Em função do feriado do dia 12 de outubro, de Nossa Senhora de Aparecida, as atividades da Câmara de Vereadores de Passo Fundo foram transferidas para terça-feira, data em que realizaram duas sessões ordinárias numa única tarde
Grande Expediente
Evandro Meireles (PTB) não utilizou o espaço de 30 minutos para realizar seu Grande Expediente. Neste período das eleições, os vereadores, de praxe, têm dispensado o uso do espaço.
LDO 2021
Falando acerca da audiência pública para elaboração da LDO de 2021, o presidente da Câmara, o vereador Saul Spinelli (PSB), pontuou a importância da participação da sociedade para a construção do projeto, para o qual se trata um exercício de cidadania necessário dentro do processo democrático.
Covid
O vereador Tchequinho (PSD) havia protocolizado pedido de informação solicitando esclarecimentos do Poder Executivo Municipal sobre o uso dos recursos federais recebidos para aplicação no combate da pandemia. Para o vereador, como reiterou em outras oportunidades, a transparência das contas públicas é imprescindível para se saber se está sendo bem gasto o dinheiro público ou não. Conforme anunciou, o Executivo segue sem responder o pedido de informação.
Alex Necker (PCdoB) voltou a atacar o Governo Bolsonaro na tribuna, denunciando que o povo foi entregue à própria sorte durante a pandemia. Ainda, criticou os atuais índices de inflação, que estão prejudicando o poder de compra da população.
Parque da Gare
Aprovada a Moção 15/2020, de autoria do vereador Renato Orlando Tiecher (PSC), conhecido como Tchequinho, de apoio às pessoas que são favoráveis a reabertura do parque da Gare, na cidade de Passo Fundo, será votada na próxima sessão plenária da Câmara de Vereadores de Passo Fundo, marcada para o dia 13 de outubro.
Conforme consta na justificativa da proposição: “Esta moção é para fortalecer o pedido e aclamação dos usuários do parque da Gare para bem-estar da saúde, sendo que o período de pandemia pode levar a uma reflexão sobre a importância e a necessidade de valorização dos espaços públicos de convivência na nossa sociedade, como as praças, os parques e até mesmo as ruas. A moção também serve para salientar como a falta de planejamento, limita as possibilidades de lazer nesses espaços.”
Sessão Completa 01
Segunda Sessão do dia
Gleison (PDT) abriu mão do direito de realizar o Grande Expediente. Pedro Daneli (Cidadania) usou a tribuna para pedir que a situação da cidade volte à normalidade, mas pedindo para que as pessoas mantenham as restrições e os cuidados de saúde. Não houve pauta. Na ordem do dia, não houve matéria. A Sessão, no total, teve apenas 9 minutos.
A medida estava sendo amplamente criticada pelos setores da sociedade. Na dicotomia “salvar o sistema público de transporte” e “controle dos gastos públicos”, prevaleceu o segundo
A pandemia veio como uma avalanche sobre a economia brasileira. O “fique em casa, a economia a gente vê depois” mostrou ser mais um jargão politiqueiro do que uma solução para a crise que se instalava não só na saúde, como nas finanças como um todo: empresas fechadas, setores com baixa demanda, demissões em massa. Isso sem contar naqueles que, amparados pela força estatal, submeteram empresários a prisões forçadas ou vendo seus negócios lacrados por agentes de saúde. Um fiasco.
Consequentemente, a conta um dia viria. Sobre o setor de transporte público, é evidente que seu uso depende de que o resto esteja em pleno funcionamento. A pandemia diminuiu consideravelmente os números do setor. Com restrições, as pessoas se obrigaram a valer de outras formas de locomoção. Com muitos desempregados, o Uber e outros aplicativos se tornaram opção para muitos. Uma corrida de Uber, em muitos casos, estava “pau a pau” com uma passagem de circular urbano, o que prejudicou ainda mais as finanças de empresas como a Coleurb e a Codepas, de Passo Fundo.
Na Câmara de Vereadores de Passo Fundo, em regime de urgência, de autoria do Poder Executivo Municipal, o PL 107/2022 queria garantir cerca de R$ 8 milhões para as duas empresas municipais. Para uns, a medida não implicava “apoio às empresas”, mas a “salvação do setor público de transporte urbano” – muitos já não caem nessa conversa. Para outros, a pandemia afetou quase que a totalidade dos empresários e setores da economia, sendo injusto o destino de tanto subsídio concentrado em duas empresas. E as demais, como ficam?
Por 11 votos contrários a 9 favoráveis, o subsídio foi reprovado.
Estes três adjetivos deram o tom da entrevista coletiva concedida pelos vereadores da oposição em Passo Fundo, sobre o Projeto de Lei que quer subsidiar a Coleurb e a Codepas
Os vereadores da oposição chamaram a imprensa de Passo Fundo para uma coletiva nesta quarta, 7 de dezembro. A apresentação foi liderada pela vereadora trabalhista Professora Regina, que conduziu com maestria o evento responsável por esclarecer a posição dos oposicionistas sobre o PL 107/2022 e escancarar o amadorismo do Executivo no envio do pobríssimo texto para a casa, em regime de urgência.
Também participaram da coletiva os vereadores Ada Munaretto (PL), Rufa (PP), Ernesto dos Santos (PDT), Eva Valéria Lorenzato (PT), Tchequinho (PSC), Gleison Consalter (PDT), Rodinei Candeia (Republicanos) e Sargento Trindade (PDT).
Existem dois grupos distintos de vereadores contrários ao subsídio entre os oposicionistas: os que não querem dinheiro público na mão de empresas privadas de qualquer maneira e os que não querem liberar os valores sem uma melhor transparência e garantia de contrapartidas, como prestação de contas e manutenção dos empregos. No primeiro grupo, destacam-se Ada, Tchequinho e Candeia.
“Ridículo e horrível” foi a definição dada pelo vereador Gleison Consalter para o projeto, destacando que várias empresas foram afetadas pela pandemia, não apenas as de transporte. “Vergonhoso” ficou a cargo de Tchequinho, que lembrou das dificuldades habitacionais na cidade, como nas ocupações na região do Bourbon, e agora “querem dar dinheiro para a Coleurb”.
Nota-se que o prefeito está queimado com este grupo de vereadores. O chefe do executivo mandou um projeto ruim para a Câmara, o que gerou a elaboração de diversas emendas na casa que agora recebe insinuações de má-vontade, de estar “trancando a pauta” e até usando o caso para objetivos eleitorais de olho em 2024. Insinuações repudiadas com veemência e pronunciamentos inflamados de Ada e Candeia.
Coleurb e Codepas provavelmente receberão este dinheiro, mas não será tão fácil como pretendia a prefeitura e o grupo político que comanda a cidade desde 2013. O povo de Passo Fundo terá que sofrer mais um pouco até o segundo capítulo desta novela, com a licitação do transporte público de fato. Este, só Deus sabe quando sai.
O evento está previsto para o próximo dia 6, às 19h, na sede do Sindicato Rural
Na sua 4ª edição, o evento “O Despertar da Direita” contará com a palestra “Para onde o STF está levando o Brasil“, do vereador Rodinei Candeia (Republicanos), no Sindicato Rural, em Passo Fundo.
A seguir, é possível ver o texto de divulgação pelos organizadores do evento, além de link para inscrição. No card, logo abaixo, é possível visualizar mais informações sobre horário e endereço do local.
A Constituição Federal não foi rasgada.
Foi rasgada, pisada, queimada… E agora está sendo reescrita.
O Supremo Tribunal Federal (STF), que deveria servir ao povo, revelou-se uma quadrilha que, a cada canetada, coloca mais uma algema nos punhos da população.
Onde isso vai parar? Que Brasil estamos deixando para as próximas gerações?
Após 3 anos em silêncio, O Despertar da Direita está de volta. Para ajudar a lançar luz em um momento tão obscuro, faremos o primeiro de muitos encontros. Neste, teremos uma palestra sobre o tema Para onde o STF está levando o Brasil?, com o convidado Rodinei Candeia.
Sua entrada é 100% gratuita, mas pedimos que confirme sua presença entrando no grupo oficial do evento, tocando no link: